quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Malhar para ter menos fome

Malhar para ter menos fome

Estudo brasileiro diz que fazer exercício diminui a vontade de comer, além de queimar calorias. O trabalho é o destaque do programa de rádio de 28/08/2010

Edição Online - 01/09/2010

Além de consumir calorias, fazer exercício atenua a sensação de fome. Essa é a conclusão de um estudo do professor Eduardo Ropelle, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), publicado recentemente na revista científica PLoS Biology. Para conhecer mais detalhes sobre o trabalho, o programa entrevista o pesquisador.

O vício existe mesmo, ou é apenas um mito?

O vício existe mesmo, ou é apenas um mito?

Existirá mesmo uma dependência química por determinadas substâncias ou as drogas seriam apenas mais uma forma de se livrar de uma situação negativa? Mas será que uma mudança de ambiente não traria um efeito semelhante - porém mais saudável?

Por Rodolfo Araújo

Nos textos mais recentes exploramos alguns comportamentos humanos relacionados a escolhas feitas em ambientes pouco familiares, onde os indivíduos encontravam-se em situações de estresse.

Especificamente os artigos sobre Zimbardo e Milgram mostraram como as pessoas acabam tomando decisões que prejudicam aqueles à sua volta, num momento em que havia a possibilidade de escolher entre se fazer o bem ou o mal a alguém. Hoje veremos como o indivíduo faz tal escolha numa situação em que ele próprio sofrerá as conseqüências mais imediatas: o uso de drogas.

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Na década de 1970 o uso de drogas pesadas atingia níveis endêmicos com a disseminação da cocaína pelos EUA, além dos veteranos da Guerra do Vietnam que voltavam para casa viciados em heroína e os revolucionários movimentos da contra-cultura, que popularizaram o LSD.




Depois de o vício em drogas ter sido associado à imoralidade e à fraqueza de caráter, a corrente de pensamento da segunda metade do século XX atribuía o uso e o abuso das drogas a questões essencialmente farmacológicas.

Colocavam a dependência química quase como um inevitável fim para aqueles com alguma predisposição inata sendo, portanto, uma questão médica.

Recentes experimentos com ratos e macacos relatavam dramáticos desfechos de estudos onde, em condições experimentais, as cobaias chegavam a preferir droga em vez de comida, muitas vezes morrendo de fome. Mas o psicólogo americano Bruce Alexander encontrou algumas inconsistências nesses relatos que mostravam o vício em drogas como um destino quase irrevogável e praticamente dissociado do livre arbítrio.

Para ele, as condições em que os próprios estudos eram realizados representavam um verdadeiro pesadelo para as cobaias envolvidas. Era de se esperar, continua, que qualquer ser vivo naquelas situações preferisse viver entorpecido do que sobreviver de forma tão deplorável. E ele estava disposto a provar sua hipótese.

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Morando no Canadá, Alexander trabalhou numa clínica de tratamento de viciados. Um paciente em especial chamava sua atenção: um rapaz que trabalhava vestido de Papai Noel injetava-se heroína e passava seis horas por dia sorrindo para crianças num shopping center em Vancouver. Tal comportamento sugeriu-lhe, pela primeira vez, que as pessoas não usavam a droga por uma necessidade essencialmente química, mas para suportar uma situação potencialmente difícil.

Cuide do seu coração!!

Cuide do seu coração!!


Você já ouviu falar em Insuficiência Cardíaca? Talvez não com este nome, mas garanto que já conheceu pessoas com problemas como: “coração inchado”, “coração fraco”.

Mas será que você sabe que esta doença mata mais que câncer de mama, câncer de próstata e até Infarto do coração?


Pois é, várias doenças que atingem nosso organismo podem resultar em alterações cardíacas, nas quais esse importante órgão vai gradativamente diminuindo sua força e não consegue mais bombear o sangue de forma eficiente para todos os tecidos do nosso corpo. Isto significa que nosso coração está INSUFICIENTE!


Porém, assim como várias doenças crônicas (aquelas que não têm cura), a Insuficiência Cardíaca, em seus estágios iniciais, não apresenta sintomas. Isto quer dizer que podemos já estar com o início da doença, mas nem sabemos, pois não sentimos nada que nos faça procurar atendimento médico.


Portanto, mais uma vez observamos a importância da prevenção em saúde, ou seja, o controle dos fatores individuais que aumentam as chances de desenvolver esta doença. Os principais fatores de risco são: ser portador de hipertensão arterial ou diabetes (principalmente se forem mal controlados), fumo, alcoolismo, doenças da tireóide, reumatismo no sangue, doença de Chagas (transmitida pela picada do bicho “barbeiro”), colesterol alto, obesidade, doença nos rins, idade maior que 60 anos, entre outros.


A pessoa que tem Insuficiência Cardíaca, como já explicado anteriormente, no início da doença não sente nada, mas já possui alterações no funcionamento de seu coração. Se a pessoa não costuma ir ao médico, não vai ficar sabendo que tem o problema e não receberá o tratamento necessário para evitar que o quadro avance e piore. Com o passar dos anos, se a pessoa não controla os fatores de risco, ou seja, continua com a pressão e o diabetes mal controlados, persiste fumando ou ingerindo bebida alcoólica, permanece acima do peso, com a alimentação gordurosa e rica em sódio (sal), o coração vai enfraquecendo e a pessoa começa a apresentar sintomas, como cansaço aos esforços que antes fazia sem problemas (serviços domésticos, andar, carregar peso).


Tem falta de ar quando deita, inchaço nas pernas, entre outros. Nos estágios finais, o coração está tão fraco, que a pessoa sente-se cansada mesmo para os mínimos esforços, como falar, alimentar-se e em casos extremos, até em repouso. Nessa situação, muitas vezes a única opção é o transplante cardíaco. É claro que muitos destes sintomas também ocorrem em outras doenças e somente o médico poderá investigar, através do exame clínico e outros exames complementares, qual é a origem do problema.


Por isso, meus amigos, não deixem para procurar o médico somente quando estiver sentindo alguma coisa... Muitas vezes a doença já está no nosso organismo, silenciosa, mesmo que a gente não saiba, pois não sentimos nada. E quanto antes descobrirmos, mais rápido iremos iniciar nosso tratamento e desta forma, viveremos mais e com mais qualidade. Cuide de seu coração!!!!

Dra. Alessandra Tavares.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Prolongando seu retorno financeiro. parte 1

Prolongando seu retorno financeiro - parte 1


Vivemos em uma era marcada pela excelência na formação profissional; procuramos os melhores cursos, faculdades, pós-graduações e MBAs.
O intuito é um só: o SUCESSO. Somos movidos a resultados a reconhecimento, essa é a nova era e não há nada de errado nisso, exceto...


Como profissional da área da saúde passei por experiências tristes, vi carreiras brilhantes firmadas em detrimento à saúde se perderem pelo caminho. E na maioria das vezes quando os olhos se abriram já era tarde.


Muitos se esquecem de cuidar de si próprios e quando chegam ao auge profissional são abatidos pelo desleixo aos cuidados com a qualidade de vida. Não somos máquinas e mesmo que fôssemos, as máquinas também param...


By Dr.Eduardo Ayub Lopes